Súplicas, soluços, silêncio
Noite escura, inatingível
Luto penetrante, frio.
Aurora rubra
Horizonte pálido
Sangue que escoa
Entre ocasos
Espasmos, murmúrios
Cânticos das estrelas
Odes das árvores, ramas
Filhas da desolação
Almas que viajam
Entre véus, entre tempos
Almas que evocam
O sangue vertido
Almas que buscam
O útero, a esperança
Caídas, as folhas choram
O vento suspira
A chuva fria rola pelos céus
Como lágrima, em pranto
O Sol se pôs.
Ewan Thot © 2008
quinta-feira, junho 26, 2008
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